Em Service Design, quando um serviço falha de forma consistente num mesmo ponto da jornada, a resposta não é treinar melhor as pessoas naquele ponto. É redesenhar o serviço.
O diagnóstico mostrava que o serviço não tinha uma fase de discovery estruturada. Havia uma entrada direta na produção técnica, com o cliente como fonte de requisitos e não como parceiro na definição do problema. Redesenhei o serviço a partir da jornada completa: atores, pontos de contato visíveis, atividades de back stage e momentos de handoff entre design, gestão e tecnologia.
A resistência interna era esperada. Conduzi conversas individuais com os principais atores internos, mapeei dores e resistências, e tratei a adoção interna como um desafio de gestão de mudança dentro do próprio redesign de serviço.
O que descartei
Treinar melhor as pessoas no ponto de falha. Quando um serviço falha de forma consistente no mesmo ponto da jornada, o problema não é execução — é design.
In Service Design, when a service fails consistently at the same point in the journey, the answer isn’t to train people better at that point. It’s to redesign the service.
The diagnosis showed the service had no structured discovery phase. There was a direct entry into technical production, with the client as a requirements source rather than a problem-definition partner. I redesigned the service from the complete journey: actors, visible touchpoints, back stage activities, and handoff moments between design, management, and technology.
Internal resistance was expected. I ran individual conversations with key internal actors, mapped pain points and resistance, and treated internal adoption as a change management challenge within the service redesign itself.
What I ruled out
Training people better at the failure point. When a service consistently fails at the same point in the journey, the problem isn’t execution—it’s design.